RED HAND OF DOOM - ELSIR VALE

HEROIS NÃO RECONHECIDOS

Os pjs devastaram um templo de Tiamat e impediram a vinda de exércitos demoníacos neste momento para ajudar o exercito da Red Hand, (pois lacraram o portal dos demônios) – e mesmo tendo deixado fugir uma manifestação de Tiamat ainda fraca. – E todos sendo mortos ou debanadarem.
Assim, evitaram que um exercito de demônios invadisse Sumberton, enquanto o exercito de goblinoides invadiriam Brindol. Seriam duas frentes de batalha, com cada exercito destruindo as duas principais cidades do Vale e sem uma poder ajudar a outra.

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PARTE I - THE SLAGHTERGARDE GATES
PARTE I

O mortal que fui ordenado a observar dirigiu-se à cidade de Sumberton e eu, cumprindo a missão que me foi passada, segui em seu encalço. Ainda não consegui entender o sentido de acompanhar um bruto estúpido como esse, mas a mim não cabe questionar ordens e sim obedecê-las. Ele soube que a pessoa que busca talvez pudesse ser encontrada nessa cidade, em uma taverna. Mas para sua decepção, ele encontrou um meio-orc que talvez fosse o filho dele, do misterioso Snark. O meu jovem, um bárbaro meio-orc de aspecto medonho, como todos dessa linhagem selvagem, aproximou-se do possível filho de Snark e de seus oito companheiros de bebedeira. Ao interroga-lo sobre Snark, foi perguntado sobre seu nome, que ele disse não lhe dizer respeito. O meu alvo, olhou brevemente para o seu próprio machado e para as armas dos homens que acompanhavam seu interlocutor, que tranquilamente disse que lhe contaria algumas histórias, em troca de algumas bebidas. O bando foi saindo do bar e ele os acompanhou. Não chegaram a ir longe, pois a poucos passos da porta por onde saíram, os beberrões cercaram uma gnoma montada em um cão, em uma clara tentativa de fazer-lhe um grande mal. Tomado pela raiva, como o monstro que é, ele deitou um dos bandidos com uma terrível machada, deixando o corpo largado em uma enorme poça de sangue. A gnoma, não era uma donzela indefesa como inicialmente pensei. Ela manejou o seu cão para o ataque, que culminou com a garganta rasgada do possível filho de Snark, para grande frustração do meu alvo. Pouco depois a guarda apareceu e a luta acabou. A gnoma fugiu montada em seu cachorro e o bruto guardou o machado e foi levado para a delegacia. Nesse mesmo momento, dois gobins encapuzados em uma viela próxima desapareceram em uma cortina de fumaça, após terem cercado, sem muito êxito um mago gnomo e lhe terem aplicado alguns socos.
Depois de duas horas, um homem trajando armadura, retirou o meu meio-orc da cela e enviou os desordeiros para as masmorras. O delegado, na presença de Fumaça, o mago gnomo, contou sobre os assaltos cometidos pela quadrilha dos trapos negros e ofereceu uma recompensa aos dois pela captura dos mesmos. Não sei se motivado pela cobiça ou por pura sede de sangue o meio-orc aceitou. Inicialmente os dois se separaram e a gnoma fujona, uma druida apelidada Queridinha se uniu ao bárbaro na busca pelos trapos negros. O gnomo foi em direção a uma taverna e o bruto foi tentar obter alguma informação pelas ruas. Depois o gnomo retornou e eles ficaram vagando pelas ruas à noite, tendo ouvido durante o dia boatos sobre o desaparecimento de três mulheres dos povos da floresta, sendo uma delas uma gestante. Enquanto vagavam à toa, um humano, que se identificou como Credos, disse que havia espíritos malignos na casa ao lado da dele e que pagaria 50 moedas de ouro se os dois se livrassem deles. Era uma velha casa de madeira que o bárbaro FEIOSO arrombou com o machado. Dentro da casa, um estirge envolto em um lençol, um ridículo disfarce para assustar idiotas, sugou do sangue do bárbaro, ao qual QUERIDINHA chamava sempre de FEIOSO. Um goblin atacou o grupo e tentou fugir, mas acabou sendo morto. O goblin tinha uma tatuagem em forma de garra nas costas, que a druida removeu com uma faca. Eles encontraram um alçapão no piso no andar térreo do casebre, que possuía dois pavimentos e levaram o defunto para a sede da guarda da cidade.
O grupo usou o dia seguinte, 4 do décimo primeiro mês, para se recuperar dos ferimentos da batalha. No dia 5 retornaram pela manhã à casa velha, com o buraco na parede lateral consertado precariamente com tábuas. Eles a invadiram e tiraram a vida de mais três goblins.
No dia 6 houve mais derramamento de sangue goblin, nos subterrâneos. Um último goblin se rendeu, mas mesmo assim o Animal disse que iria mata-lo de qualquer jeito. Desesperado, o goblin pegou a arma que jogara no chão e teve uma morte brutal a machadadas. Pouco depois dessa clara demonstração de desapego à vida alheia dada pelo Feioso, encontraram outro caminho escondido atrás de algumas caixas empilhadas. Eles enfrentaram e mataram mais quatro goblins, um dos quais usava um capuz. Exaustos, eles se retiraram para retornarem às lutas no dia 8, acompanhados de um anão, chamado Oscar III, que disse ser de uma linhagem de combatentes valentes e que tiveram fins trágicos. Juntos eles destruíram quatro zumbis que vagavam por um corredor. Mais adiante eles encontraram um caminho que levava a uma caverna natural, onde andaram à toa por cerca de uma hora, antes de retornarem e descerem uma escada que guiava aos esgotos de Sumberton. Nos esgotos, eles mataram um goblin encapuzado e levaram um outro preso e inconsciente até a sede da guarda.
No dia seguinte, dia 9 do décimo primeiro mês, o grupo estava despreocupado após ter pensado que derrotara todos os seus inimigos. Fumaça andava sozinho pela cidade e foi espancado e assaltado, tendo sido levados sua mochila com seu grimório e seu familiar sapo. Como retaliação, os aventureiros retornaram ao subterrâneo nesse mesmo dia. No primeiro combate, derrotaram três monges goblins. Feioso, o sanguinário, tirou a vida de dois coitados caídos inconscientes e indefesos no chão, não assassinando o último deles devido à interferência benevolente de Queridinha. Mais adiante, eles encontraram uma sala de treinamento onde havia cinco goblins. O líder deles propôs um duelo de campeões, que foi recusado e todos os goblins foram mortos. Antes de saírem, a sede de sangue deles levou mais três goblins à morte. Como abutres sobre a carniça, eles saquearam os cadáveres e encontraram um par de luvas alaranjadas mágicas em posse do honrado líder dos goblins, que atiçou a cobiça do bárbaro. Feioso ficou com as luvas, prometendo pagar seus companheiros no futuro próximo, mas eu não ficaria surpreso se ele desaparecesse da cidade, dando um grande calote naquele banco de crédulos.
No dia 10, eles retornaram às masmorras dos trapos negros acompanhados da guarda de Sumberton e recuperaram vários objetos roubados, incluindo o livro de magias do gnomo. Encontraram algumas passagens secretas, inclusive uma que dava para fora das muralhas da cidade, perto de uma casa. Nessa casa encontraram uma carta de uma organização chamada Mão Vermelha e a deram ao chefe da guarda. Sim, os goblins eram criminosos, mas nem por isso mereciam mortes tão violentas.
Ainda restava a questão do resgate das mulheres dos povos da floresta desaparecidas. Assim, de posse de um mapa rústico, encontrado na casa perto da passagem, rumaram para a caverna natural. Mesmo com um mapa, os imbecis conseguiram errar o caminho, perdendo meia hora a mais além das duas horas que normalmente gastariam caminhando. No percurso mataram alguns ratos atrozes e o bárbaro levou um deles para comer depois… animal nojento!
No final da caverna chegaram a áreas trabalhadas, onde mataram quatro goblins e encontraram portas de cobre, ornamentadas como bocas escancaradas de seres abissais. Feioso abriu uma das portas e encontrou três goblins jogando cartas. A luta começou e mais dois goblins, montando cães, vieram ajudar, mas todos acabaram mortos. O grupo recuou para a cidade e devido o Fumaça ter contraído uma grave infecção, eles retornaram à masmorra apenas no dia 15, mas sem o anão. Logo que chegaram, eles mataram seis hobgoblins, sendo visível que o bárbaro nutria tanto ódio por eles quanto pelos goblins. Pouco depois eles avistaram um enorme ankheg, mas prudentemente se mantiveram afastados. Mataram mais alguns ratos atrozes e um pouco depois mais dois goblins montados em cães, que estavam guardando um prisioneiro amarrado, Oscar III, o anão que eles não viam havia alguns dias. Ao desamarrarem-no, eles ouviram gritos. Bem ao lado de onde o anão estivera amarrado, havia uma sala com o piso alguns metros rebaixado, onde em gaiolas estavam presas três mulheres (meio-orc, elfa e humana, esta última grávida), mais um grande besouro e um rato atroz. Um grande constructo de aspecto amedrontador manipulava um mecanismo estranho, enquanto examinava um pergaminho preso a uma parede. Em certo momento, ele pegou o besouro e atirou dentro de uma estranha boca de pedra, que se fechou sobre o mesmo, liberando um pouco de fumaça. Os que se diziam heróis se acovardaram com o rabinho entre as pernas e voltaram a Sumberton, deixando as pobres coitadas à mercê de algum destino horrível.
De volta à cidade, os frouxos se encontraram com uma druida humana, chamada Myasana, que viera tentar resgatar uma prima grávida e fora surrada por goblins encapuzados… talvez exterminar todos os goblinóides do mundo não fosse uma ideia assim tão ruim.
No dia 16, ela acompanhou os outros aventureiros, incluindo o anão Oscar à masmorra goblinóide. Seis goblins foram abatidos em nome da justiça, ainda na caverna natural. Na sala das bocas de pedras reparei que a grávida não estava mais por lá, pobre alma! Pouco após a chegada dos heróis, o construto agarrou um homem em uma das gaiolas e o atirou para uma das bocas, que se fechou em volta de seu corpo, liberando apenas um pouco de fumaça. Os mortais conseguiram afastar a criatura, que atravessara um portal, e resgatar as duas mulheres restantes, uma meio-orc e uma halfling, mas Oscar III perdera a vida em combate, na tentativa de recuperar o pergaminho que o gnomo alegava lhe pertencer. Pelo o que soube, era o último membro de sua linhagem. Antes de saírem, Queridinha usou um último feitiço e conjurou um enxame de aranhas, que mataram um extraplanar preso por um encantamento em uma pequena área próxima. Sinceramente, apesar do seu aspecto monstruoso não me senti confortável com sua execução sumária e por um método tão doloroso.
Ao chegarem à cidade, eles conheceram um halfling chamado Roscoe, que seria irmão da mulher resgatada. Ele disse ser um ladino e acabou entrando para o grupo. No dia seguinte, dia 17, depois de enfrentarem dois escorpiões na caverna, enfrentaram o constructo novamente e o destruíram. Um goblin que estava preso em uma das gaiolas, por desobediência à sua organização, disse que os espelhos vistos perto de onde acharam o falecido Oscar III, levavam aos planos infernais. Feioso usou de sua funda e os quebrou e depois foi destruir o mecanismo que o constructo usava para operar as bocas de pedra. Os aventureiros subiram uma escada e mataram mais três goblins e dois hobgoblins, antes de voltarem a Sumberton. Passaram os dias 18 e 19 na cidade, pois um deles fora envenenado pelos escorpiões. Fumaça aproveitou para visitar a taverna de Jerb, um amigo de seu avô, tendo o bárbaro como guarda-costas. Jerb lhes apresentou um clérigo de Kord da ordem dos guardiões dos portais, um humano de nome Milo. No dia 20 o grupo, com Milo e o ladino Roscoe voltaram à masmorra, derrotando seis hobgoblins no primeiro combate do dia. Escaparam ilesos de entrar em uma sala com uma armadilha mortal de lâminas e se depararam com alguns esqueletos e um clérigo hobgoblin da maligna deusa dos dragões, Tiamat. O combate não foi exatamente fácil e logo depois apareceu outro clérigo de Tiamat. Sua armadura parecia impenetrável e ele perseguiu o mago Fumaça, tentando matá-lo a todo custo, pois praticamente a única coisa que parecia feri-lo eram suas magias de mísseis mágicos. No final, o bárbaro se atracou com o inimigo e seus companheiros terminaram por matá-lo… que este queime para sempre no abismo…
Um pouco depois dessa luta exaustiva, os heróis enfrentaram mais cinco esqueletos e resgataram dois anciães humanos, que disseram terem sido sequestrados em suas vilas havia algumas semanas. Só nesse momento, eu me toquei do nível de perversidade dos goblinóides. O local estava atulhado de tijolos vermelhos, que emitiam uma nojenta aura maligna. Os monstros sacrificavam vidas inocentes, de pessoas e animais para a sua olaria infernal e passavam os tijolos e alguns prisioneiros por um portal. Os prisioneiros falavam que às vezes saíam seres de outros planos pelos portais e que nenhuma das pessoas a atravessá-los retornava. Havia ainda outro portal no local, provavelmente ligado a algum plano infernal. O mago confiscou um livro escrito em goblin que confirmava que os tijolos eram feitos a partir da essência de pessoas e contabilizava dezenas de sacrifícios feitos para a criação dos malditos tijolos.
A volta foi ainda conturbada com um rápido combate contra quatro hobgoblins, um dos quais infelizmente fugiu, para continuar praticando atrocidades pelo mundo. Feioso e seus companheiros trouxeram o que puderam com eles dos tijolos e entraram em discussão sobre o que fazer com os tijolos. Confesso que fiquei surpreso com a atitude de vários dos aventureiros. Cogitaram jogar os malditos tijolos no rio, mas Feioso, que eu julgava não passar de um meio-orc sanguinário e ganancioso, se opôs veementemente, alegando que não poderiam profanar o rio onde ele pescava. Também se opôs a enterrá-los na mata, para não espalhar o seu mau para a terra e as plantas. Foi a primeira vez que vi um assassino se preocupar mais com ambiente natural que um druida. No final, ele decidiu levarem os tijolos para o templo de Pelor, o Deus Sol, como ele se referia. Isso soou estranho, pois nunca o vi fazer uma única oração em todas essas semanas em que o tenho observado, nem para Pelor nem para nenhum outro patrono.
Nesse momento houve uma dissidência no grupo. Roscoe e Queridinha decidiram que iriam fazer o que quisessem com sua parte dos tijolos. O meio-orc… agora que paro para pensar nesse meu relatório, lembro que sei muito pouco sobre ele. Não sei nada de seu passado, seu local de origem e nem o seu nome. Sinto que não devo questionar meus superiores a respeito disso, pois provavelmente alguém dirá que meu trabalho é observar e aprender e que se não conseguisse obter nem mesmo um mínimo de informação provavelmente seria inapto para a função.
Bem… ao chegarem ao templo de Pelor de Sumberton, Feioso (na falta de outro nome) chamou pelos clérigos do local, querendo falar com o superior deles. Ele contou, de seu jeito brusco e sem tato, que precisava falar com o chefe deles e que trazia um saco cheio de tijolos malditos feitos de pessoas. Os clérigos não pareceram acreditar muito nele e pediram que ele entrasse no templo para conversarem melhor. Estranhamente o bárbaro recusou a oferta e com a insistência deles ele se irritou e atirou o saco de tijolos no piso do templo, mas não pôs um pé sequer dentro do mesmo. A confusão chamou a atenção de dois guardas da cidade, que teriam levado o estúpido meio-orc preso não fosse pela intervenção de Myazana. Os clérigos contaram que seu supervisor estava ausente e depois de um pouco de tempo um paladino chamado Sherion apareceu, examinou os tijolos asquerosos e convidou o bárbaro, Myazana e Fumaça à Sala Negra da Ordem Luminosa. Nessa sala, o líder da ordem, um ancião humano disse que os tijolos poderiam abalar o equilíbrio da vida e da natureza e falou sobre a remota guerra dos obeliscos. Falou sobre uma antiga tentativa de invasão de um exército infernal, usando portais, que foram selados com o auxílio dos obeliscos negros, construídos com o trabalho conjunto de mortais e seres celestes. Os aventureiros foram contratados pela ordem para destruir a masmorra dos clérigos de Tiamat, lacrando os portais, e resgatar os tijolos e prometeram não revelar nada sobre a ordem a ninguém.
No dia seguinte, dia 21 do décimo primeiro mês, os aventureiros foram abordados por uma mulher de cabelos pretos, que disse se chamar Nariala e que estaria interessada em tijolos mágicos, oferta que o bárbaro tratou rapidamente de recusar em nome do grupo, apesar de um pequeno protesto da Querinha, que sabem os céus que destino terá dado aos “seus tijolos”, sem falar no Roscoe desaparecido há dias, provavelmente morto ao tentar vender o seu contrabando às pessoas erradas.
Nesse mesmo dia, eles voltaram à terrível masmorra e tiveram uma luta difícil contra um goblin montado em uma hiena e um ogro. O goblin acidentalmente cravara uma flecha nas costas do ogro e foi decapitado como vingança. Os druidas ficaram tentando acalmar a hiena, mas o clérigo de Kord fez algo impensável para Queridinha e Miazana. Ele matou a hiena, despertando a ira das duas. O clérigo apenas não perdeu a vida, porque o meio-orc interviu e o nocauteou. Novamente, não sei o que pensar do meu objeto de estudo. Às vezes, acho que ele é o mais sanguinário de todos, mas em outros momentos é o de maior compaixão entre todos eles. Parece que ele está na carreira errada e se não fosse tão tapado poderia ser um clérigo ou um druida ou talvez até mesmo um paladino. Os aventureiros interromperam a incursão do dia e levaram o clérigo de kord de volta para a cidade, expulsando-o do grupo.
No dia 22, eles retornaram à masmorra e resgataram os tijolos que puderam, atirando os restantes em areia movediça. Com magia, Queridinha provocou um desmoronamento, soterrando um dos portais para outro plano. Eles retornaram à Ordem Luminosa e foram informados de outro templo na floresta de Marth e sobre o desaparecimento de pessoas e vilarejos dizimados na região. Eles foram pagos pelo serviço dos tijolos e informados que a ordem iria terminar o serviço na masmorra de Sumberton. A próxima missão começaria em alguns dias, em algum lugar na ampla floresta de Marth.
No dia seguinte, 23 do décimo primeiro mês, Nariala abordou novamente os aventureiros, dizendo saber que sairiam em missão em breve e que compraria qualquer coisa interessante que trouxessem de volta a Sumberton. A reação de Feioso foi rápida, ele a encarou com raiva e rosnou, sacando o machado. Por um instante pareceu considerar uma boa ideia matá-la no meio da rua, em plena luz do dia, mas ou por medo da guarda ou dos poderes mágicos de Nariala, que sabia ser fabricante de poções mágicas, o bárbaro guardou sua arma. Apenas Queridinha parecia animada com a ideia de vender material ilegal para a dona da Feitiços e Poções.

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O INICIO

- Em toda parte há noticias de roubos, assaltos, sequestros, assassinatos. As pessoas do Vale estão assustadas, as autoridades sobrecarregadas de fatos a resolver. Tempos perturbadores vieram, onde havia tranquilidade, há medo e inquietação. Há noticia de hordas de goblinoides, monstros e até dragões, caçados e escondidos por séculos, aparecendo em todos os lugares. Nestes dias sombrios, são necessários heróis.
Pessoas valorosas e destemidas, que não tenham medo de arriscar a própria vida pelo bem maior. Diz-se que a tempestade sempre piora antes de chegar ao fim e clarear o céu. O tempo dos heróis chegou, a hora de combater o mal, é agora.

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